Férias na Ilha do Farol
Tão desejadas como a chegada do Verão, são as férias na Ilha do Farol, na acolhedora casinha dos Madureira. São momentos mágicos, num mundo sem automóveis nem corridas a não ser as que fazemos por prazer (ou para não perder o barco da carreira ;).
Este anos as férias “grandes” da ilha do farol mágico tiveram boas surpresas, algumas dificuldades, muita descoberta, descanso e amizade.
No campo das surpresas:
Estava lá a Rita Garland, com a família, como aconteceu no ano passado. Daí que o Tomás teve convívio com a Lilly, a Isabel e o Tomás “gande”, um ano depois. Também brincou muito com o Lyez (?), filho da Elisabeth, uma francesa que já tinhamos visto nos anos anteriores, mas sem travarmos contactos.




Muitas explorações fizeram o Tomás e o Lyez à procura dos “Crabe”/caranguejos, nas rochas...
Dificuldades:
O stress que vem connosco (para ser evaporado pelo calor da ilha) também faz das suas, antes de o erradicarmos completamente com as benesses insulares, balneares e faroleiras! E, como o Tomás aprendeu a saltar dentro da cama de montar, até esta chegar perto da porta do quarto para ele a abrir..., também ajudou a momentos menos relaxados.
Descobertas:
Caranguejos/Crabe: explorações infindas às rochas, com o Lyes. Aprendeu a chamá-los em francês.

Baila: o peixe que o médico/pescador lhe mostrou no pontão e que ele não mais esqueceu
Dormir em cama sem grades: Na primeira semana dormiu no quarto do beliche, na cama de baixo. Só ao fim de alguns dias saiu, por sua iniciativa ao acordar, ao invés de chamar o pai ou a mãe. Foi numa sesta, em que apareceu sorridente de vitória, quando o pai dormitava no sofá da sala.
“Nadar”

Amiguinhos:
Rever os Garland com que já tinha convivido no ano passado (Isabel, Tomás e Lilly) foi uma alegria para todos.
O Lyes, seu companheiro de jornadas à procura de caranguejos.
Inês e Maria, que ficaram durante uma semana inteirinha. Fizemos uma pizza deliciosa,

apanhámos conquilhas (e deliciámo-nos com elas!), e muitos banhos de mar, de sol e de alegrias.

Priminhos Miguel e Margarida que, tal como no ano passado vieram passar um fim de semana connosco.

João, o filho da Magda e do Rui, com quem o Tomás tinha a alegria de poder sentar-se aos comandos da motoquatro.
D. Maria do Carmo Madureira, que visitamos no regresso ao continente e que é como uma doce tia-avó, que nos dá sempre prazer rever.
Margarida Madureira, sempre incansável como anfitriã que, não estando fisicamente presente, se preocupa com a nossa estada.
Quando, já regressados ao bulício, saudosamente recordamos a ilha, sabemo-la lá longe, mas sempre ocupando um cadinho do nosso coração. Tal como uma recordação feliz de infância. Mas com a alegria suplementar de saber que nos trará novas alegrias no próximo Verão.



